1) Para implantar o sistema, é obrigatório o cadastramento de toda a população?
R. Não necessariamente. É possível importar um cadastro prévio e depois refiná-lo, mediante campanhas junto à população e outros processos.
2) É possível adaptar algumas regras no agendamento on-line ou o sistema não permite alterações?
R. O sistema não é fechado não. Após o estudo dessas regras, adaptamos o sistema às suas rotinas.
3) Afinal, eu posso utilizar o sistema somente na área de saúde ou em todas as áreas?
R. Em todas as áreas. O que acontece é que o sistema tem um controle completo das operações na área de saúde. Porém, o registro da passagem do cidadão pode ser realizado em qualquer ponto da Prefeitura, onde se queira monitorar sua utilização. E com esse acesso registrado, todas as estatísticas gerenciais funcionam perfeitamente, fazendo com que o administrador público o tenha uma visão completa de qualquer secretaria ou departamento.
4) Quais equipamentos são necessários?
R. Como o sistema é voltado para a Internet, a exigência mínima é um servidor de aplicações e uma estrutura de banda larga interligando os diversos pontos onde o sistema estiver instalado. Já nos pontos de cadastramento, webcams são requisitadas para gravação da foto do usuário no banco de dados. Caso se queira controlar o acesso biometricamente (usando as digitais), leitores simples de digitais devem ser adquiridos.
Finalmente, é possível fazer a leitura do cartão cidadão através da digitação de seu número e também através da sua tarjeta magnética. Para essa função, leitores óticos de código de barras podem ser adquiridos.
5) Qual o tempo para implantação do sistema em meu município?
R. A implantação completa dura entre 1 e 4 meses, incluindo-se o treinamento dos usuários e as possíveis adaptações que seu município exigir.
6) Preciso desativar os sistemas quem funcionam hoje em meu município para instalar o SaúdeFlex-cartão cidadão?
R. Não é necessário. O sistema pode apenas registrar o acesso do cidadão. Nesse caso, é instalado nos microcomputadores apenas um módulo cliente. Por exemplo, seu município pode ter um sistema que controla a utilização da biblioteca municipal, tratando as diversas operações de empréstimos e devoluções. Quando um livro vai ser locado ou devolvido, apenas essa operação é registrada no banco de dados, gerando relatórios sobre o usuário, estatísticas de retiradas e devoluções, etc.
7) E quanto à segurança? Por exemplo, os dados clínicos dos pacientes são protegidos contra acessos indevidos?
R. Com certeza. O sistema tem um rigoroso controle de acessos, restringindo as informações a quem efetivamente deve analisá-las.
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